METAIS PESADOS E A ÁGUA DO VOLUME MORTO DA CANTAREIRA

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Segundo a Wikipédia, quimicamente, alguns autores definem os metais pesados como um grupo de elementos situados entre o cobre e o chumbo na tabela periódica tendo pesos atômicos entre 63,546 e 200,590 e densidade superior a 4,0 g/cm3.

Os seres vivos necessitam de pequenas quantidades de alguns desses metais, incluindo cobalto, cobre, manganês, molibdênio, vanádio, estrôncio, e zinco, para a realização de funções vitais no organismo. Porém níveis excessivos desses elementos podem ser extremamente tóxicos. Outros metais pesados como o mercúrio, chumbo e cádmio não possuem nenhuma função dentro dos organismos e a sua acumulação pode provocar graves doenças, sobretudo nos mamíferos, como câncer e outras doenças graves.
Quando lançados como resíduos industriais, na água, no solo ou no ar, esses elementos podem ser absorvidos pelos vegetais e animais das proximidades, provocando graves intoxicações ao longo da cadeia alimentar.

Atualmente em São Paulo a Agencia de Águas se preocupa e avalia que é o uso de volume morto pode estar contaminado com metais pesados.

O superintendente de Regulação da Agência Nacional de Águas (ANA), Rodrigo Flecha, manifestou hoje (10/04/2014) preocupação com os riscos ambientais de se usar o volume morto do Sistema Cantareira, pois não há conhecimento sobre os sedimentos que estão ali depositados. Volume morto é a parte do reservatório que não é alcançada atualmente pelas bombas.

“Nunca ninguém investigou o volume morto do Sistema Cantareira. É algo desconhecido, porque nunca se chegou a essa situação. Não se sabe o que está depositado ali. Tem que ser avaliado porque é uma área com sedimentação, via metal pesado, que vai se depositando ao longo dos anos. Não se poderá bombear a água a partir de um determinado ponto que possa revolver o sedimento que está ali”, disse Flecha, em audiência pública na Comissão de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável da Câmara dos Deputados.

A intoxicação por metais pesados, grandes geradores de radicais livres, podem trazer grandes prejuízos a saúde humana.

Uma das maneiras seguras de eliminar estes metais do nosso corpo é por meio de um detox, ou melhor a quelação.

Metais tóxicos como chumbo, alumínio, mercúrio, cádmio etc., são hoje considerados como hipótese de causa de muitas doenças, senão todas, com certeza agravam muitas delas, tais como: vasculites, isquemias, brilhante em parestesias por isquemia , obstruções arteriais, coronariopatia isquêmica, placas de ateromas, calcificações das artérias, calcificações ectópicas, claudicação intermitente, envelhecimento, anóxia ou hipóxia cerebral, demência por isquemia, vertigem, labirintites, etc.

A terapia com Essências Vibracionais Fisioquantic apresenta o modulador vibracional do EDTA Quellanthus.

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Como sabemos, as doenças são informações que carregamos em nós mesmos, oriundos de um acervo informativo ao qual fomos submetidos durante a nossa vida(contaminações).

O Quellanthus tem a estrutura certa para a limpeza e purificação do organismo atuando como coadjuvante e promovendo o equilibrio energético de caráter emocional, mental e físico.

Um tratamento associado a outros frequenciais, visando equilibrar o terreno biológico do individuo, certamente trará uma melhor qualidade para sua vida.

OdairCapelozza_24072014_3Odair Capelozza é terapeuta naturista com pós-graduação em Terapias Holísticas Vibracionais. Domina várias outras técnicas terapêuticas holísticas. Confira no curriculo.
Cel 11 97622-4294

Fontes: http://agenciabrasil.ebc.com.br/Poss%C3%ADvel%20uso%20de%20volume%20morto%20do%20Cantareira%20preocupa%20Ag%C3%AAncia%20de%20%C3%81guas acessado em 10/04/2014.
 http://pt.wikipedia.org/wiki/Metal_pesado acessado em 16/05/2014.
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